O mundo que me escapa de que é
feito? De gente
mal encontrada? Da salvação
a metro? Do azul
que se oculta? Sorrisos esparsos
na cidade, o rosto admirável
impenetrado,
a fadiga é o exílio
onde o dia se flecte, adoração de carne não
prevista.
Das flores de
maio,
é o ventre aberto
desta terra que se fecha quando o toco.