esperando do homem sua morte
morrendo nós também ao apressá-la
suspensos lhe escutávamos a fala
julgando que à podridão
a morte de um homem é bastante
para libertar o coração
para precisar o corte
Acima, a capa de um livro datado de 2009, então publicado com o nome fictício de Aurélio Porto.
O título desse livro é também agora o título deste e-sítio.
Nesta Página Inicial, surge a cada dia um poema diferente. Por meio da seta no fundo desse poema, pode encontrar os restantes 150 de uma antologia selecionada a partir dos livros ou plaquetes constantes da Galeria.
Na Panorâmica, pode rapidamente, em dois minutos, ficar com uma ideia da minha poesia.
Acedendo a Alguns Poemas, e explorando a lista que então surge, pode ser lido qualquer um dos 150 poemas ou fragmentos da antologia.
Em Galeria (Livros e Plaquetes), o n.º zero contém anotações, introduções, informações que não são indispensáveis para fruir ou conhecer os poemas, mas que podem ajudar. Os restantes «livros» (por vezes muito pequenos, as plaquetes) encontram-se na Galeria em série numerada, de momento, de 1 a 30.
esperando do homem sua morte
morrendo nós também ao apressá-la
suspensos lhe escutávamos a fala
julgando que à podridão
a morte de um homem é bastante
para libertar o coração
para precisar o corte
Outros poemas deste livro: