esperando do homem sua morte morrendo nós também ao apressá-la suspensos lhe escutávamos a fala julgando que à podridão a morte de um homem é bastante para libertar o coração para precisar o corte Retirado do livro: Vinte e quatro vezes, vezes maio Publicado em...
[triste gente cansada que nós somos]
triste gente cansada que nós somos triste gente enganada que nós fomos esperando da morte o seu avesso que é vida e morte em arremesso Retirado do livro: Vinte e quatro vezes, vezes maio Publicado em 1989, poemas de 1968-69
[O mundo que me escapa de que é]
O mundo que me escapa de que é feito? De gente mal encontrada? Da salvação a metro? Do azul que se oculta? Sorrisos esparsos na cidade, o rosto admirável impenetrado, a fadiga é o exílio onde o dia se flecte, adoração de carne não prevista. Das flores...
[em meu país de língua areia verde]
em meu país de língua areia verde a febre a morte o sangue mil corpos sufocando até que vinte e quatro vezes vezes maio levantem o asfalto ergam as cabeças Retirado do livro: Vinte e quatro vezes, vezes maio Publicado em 1989, poemas de...