Esta boca atroz, ampla caverna que lágrimas
não saciam,
uma, e outra, e outra vez submersa
na secura, e que contínua devora
tudo o que os olhos tocam,
nada mais é que a boca de um homem,
esse barro espantado. Mucosa ávida,
sem fundo, largo interstício
de um corpo de areia.