O teu rosto é um na multidão
onde me surjo; um, não mais,
apenas uma face lisa onde, jovem
agora, uma pele rugosa nascerá.
Contesto-me contigo. Saberei fazê-lo
ainda quando outros olhos dizem certo
onde outros passos pisam sem esforço
um palmo escasso, mas palmo em suas mãos,
argila já moldada, com o punho em frente.
Que coisa quererei? Não o aposto agora
dentro de um tempo que a ninguém pertence,
pois que de ninguém é, porque não é.
E assim não sei mais que em cada rosto
ver uma vida, vária, e a minha, incerta,
contestada.