Às portas da cidade mais detritos ainda.
Mas já a terra, a piteira, a levada em ruínas.
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Branco loendro, loendro rosa, penumbra e sol.
Despedida.
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Romãzeira carregadinha no entardecer de agosto.
Como se tornou firme a rugosa casca de outono!
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A cabra, o borrego, o cordeiro balindo.
No engarrafamento, que espanto para o automóvel!
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Cachorrinho coçando a pata, ele te olha.
Que curiosidade naquele olhar fundo!
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Tão pequenos, ao longe parecem ratinhos.
Mas já gane a ninhada nova.
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Que importa o golpe, o árido deserto, a noite cerrada?
Esse é o preço pelo futuro agora fulminante raio.